O IV Festival Internacional de Choro de Niterói terá início nesta quinta-feira (16), trazendo uma programação de apresentações musicais gratuitas realizadas na Estação Praça Arariboia, no centro da cidade. O evento, em sua quarta edição, visa integrar o gênero ao cotidiano local, oferecendo uma experiência cultural acessível a passageiros, trabalhadores, estudantes e moradores que circulam pela região durante o horário de pico.
A iniciativa inclui shows de artistas de destaque na cena musical brasileira. Na abertura, às 17h, o Duo Gisbranco, formado por Bianca Gismonti e Claudia Castelo Branco, celebra duas décadas de atuação com uma apresentação que destaca os dois pianos, incluindo composições de Egberto Gismonti, Edu Lobo, Delia Fischer, além de obras inéditas de suas integrantes. Logo após, às 18h, a cantora e pianista Ifátókí Maíra Freitas apresenta seu espetáculo “Piano e Voz”, no qual mistura clássicos, jazz, samba e referências culturais de várias gerações.
Na sexta-feira (17), o evento continua. Às 17h30, a pianista Maria Teresa Madeira sobe ao palco com seu repertório dedicado à valorização do repertório nacional e à pesquisa acadêmica. A artista já atuou ao lado de orquestras brasileiras e internacionais, tendo recebido indicações e prêmios relevantes. Às 18h30, a cantora, compositora e produtora Delia Fischer encerra a programação. Com duas indicações ao Grammy Latino, ela é reconhecida por sua trajetória que engloba MPB, samba, jazz e pós-Bossa Nova, apresentando repertório que combina clássicos da música brasileira e composições próprias.
O evento faz parte do calendário oficial de Niterói desde 2023, reforçando o papel do gênero musical na cultura local. Além das apresentações na praça, a cidade promove rodas de choro, shows e atividades ao longo de abril, incluindo uma que ocorrerá no dia seguinte ao feriado de São Jorge, no Espaço Reserva Cultural, até o dia 26. A programação completa será divulgada no perfil oficial do festival nas redes sociais.
O projeto busca fortalecer o vínculo entre o público e a história do choro na cidade, contribuindo para a valorização do gênero musical e sua presença na rotina urbana.
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