O pré-candidato Flávio Bolsonaro, apoiado por sua campanha, estaria levando sua candidatura da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) para Brasília, segundo críticas de Pedro Dória, do portal Meio. Na análise do jornalista, essa movimentação reflete uma fase marcante na política local, considerando o histórico recente de figuras que lideraram o órgão.
Desde 1995, a sucessão na presidência da Alerj foi marcada por instabilidade, com todos os últimos dirigentes, excetuando André Ceciliano, tendo sido presos ao longo do tempo. Essa trajetória levanta questionamentos sobre o cenário político atual e seus possíveis desdobramentos.
No contexto estadual, alguns pré-candidatos já iniciaram movimentações. O rival do deputado federal André Marinho, do partido Novo, apresentou sua imagem de campanha com símbolos paulistas ao fundo, como a Ponte Estaiada e o Cristo Redentor, em uma tentativa de reforçar sua candidatura ao governo do Rio. Ainda assim, há interpretações que sugerem tratar-se de uma referência à Ponte da Barra, na capital, mesmo sem a presença de prédios ao fundo.
O partido Republicanos, por sua vez, anuncia uma disputa sem falta de candidatos. Além de André Português, também está na disputa o ex-governador Anthony Garotinho, cuja preferência nas pesquisas parece ser mais consolidada dentro do partido, embora ainda haja dúvidas sobre quem contará com maior apoio interno.
Na disputa por uma vaga na Câmara Federal, a campanha de candidatos a deputado está a todo vapor. Tainá de Paula, atualmente em campanha, percorreu Petrópolis, abordando temas como infraestrutura, meio ambiente e mobilidade, com o deputado Yuri Moura, do PSOL, como seu principal apoiador na região serrana.
No cenário das eleições partidárias no campo da esquerda, o Partido dos Trabalhadores (PT) vive uma divisão de expectativas. Nomes como Lindbergh Farias, Reimont, Dimas Gadelha e Benedita da Silva representam a legenda na corrida. Lindbergh e Marcelo Freixo, com destaque na política e recordes na gestão do turismo, são considerados favoritos para liderar as coligações, enquanto a candidatura de Reimont enfrenta dificuldades de reeleição isoladamente.
No âmbito estadual, a força do PT no Rio inclui ainda o filho do prefeito de Maricá, Diego Quaquá, que conta com a estrutura do partido e do município para tentar garantir uma vaga. Entre os candidatos, há dúvidas se os apoiamentos serão suficientes para assegurar votos a ele, a Fabiano Horta ou a Dimas Gadelha, de São Gonçalo.
Para a suplência de Benedita da Silva, que planeja concorrer ao Senado, a disputa inclui Tainá de Paula e Anielle Franco, com expectativas altas para ambas. O ex-presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, também tende a buscar a reeleição, agora pelo Partido Verde, após troca do PSB para a federação verde.
Por fim, Jandira Feghali, tradicionalmente vista como próxima de se aposentar, voltou às candidaturas após anunciar a aposentadoria, alimentando uma disputa que envolve ainda Rejane, suplente de Quaquá, e Elias Jabbour, que aspirava herdar seus votos.
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